Postou por dois meses. Ninguém encostou.


O Catálogo do Amor pega a velha brincadeira da festa, a lista impressa de solteiros, e vira um catálogo digital que cada convidado abre no celular. Não é app de paquera. É o catálogo de um evento, vivo só na noite que importa.
De uma frase, o Celevor leu o catalogodoamor.com, aprendeu a voz da marca e escreveu um plano de 60 dias. Depois publicou no Instagram todo dia e criou e subiu os anúncios no Meta, sozinho. Aqui rodou no automático total. Você pode revisar tudo antes de ir pro ar, ou deixar correr assim.
Um roteiro de dois meses, planejado a partir de uma única instrução escrita em palavras simples
Ele montou o plano a partir de um modelo da marca tirado só do site: voz, público, paleta e mais quatro dimensões, nada disso passado por uma pessoa.
Cinco arcos, escritos em torno do calendário que as pessoas vivem de verdade:Ele se agendou sozinho em torno do Dia dos Namorados, Santo Antônio, São João e Dia do Amigo. Coerente do dia 1 ao dia 60. Ninguém disse a ele quando eram as festas.
Posts reais, publicados no @catalogodoamor





Aí o mesmo Celevor cuidou dos anúncios. Os números voltaram bem acima do mercado.
Mais que o dobro de gente clicou, comparado a um anúncio comum. Quase nenhuma campanha chega nesse número.
Cada clique custou centavos. Mais de 10 vezes mais barato que a média.
Um novo cadastro por menos que um café.
Uma cidade pequena inteira em uma semana, por menos de R$ 800. Alcançar tanta gente por esse custo é a parte difícil que a maioria das verbas nunca resolve.
Campanha real no Meta Ads, na nossa própria conta, geração de leads no Brasil, março de 2026. Os comparativos são médias do Meta e do setor para o mesmo mercado.
Alegre e barulhento foi o fácil. Agora veja o motor ficar em silêncio.
Próximo caso · Aura Alpes